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Carta da Câmara de Tamanduá (1793), que diz que o Ambrósio morreu em 1746

Este documento cita a morte de Ambrósio em 1746 e depois o retorno de Diogo Bueno da Fonseca às chamadas “Relíquias do Quilombo do Ambrósio” em 1759. Parece ter sido urdido com o intuitos políticos para Minas Gerais anexar o Triângulo à seu território. “Acometeram ao grande Quilombo do Ambrósio e, depois de sete horas de um vigoroso combate e violento fogo com morte do dito Ambrósio intitulado rei.”

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